Ainda estou sobre o efeito da mágica das palavras, a liberdade é um dos efeitos colaterais que sofro quando escrevo. Hoje me sinto mais livre para ser eu mesmo, amar mais as pessoas, tentar dar mais de mim, e assim experimentar mais o amor de Deus.
Esse amor de Deus que me faz a cada dia mais livre está me fazendo um bem tão grande, tenho experimentando um amor de um Deus que segura os seus filhos pela mão e abraça-os revelando-os a paz.
Confesso que antigamente tinha medo, pensava que esse efeito colateral era comum, passageiro. Não entendia quando lia ou ouvia alguém dizer que só em Jesus poderíamos ter a verdadeira liberdade. E quando paro para pensar, eu chego a conclusão que ainda não entendo e nem preciso procurar entender, o que preciso é crer que há um Deus que me fez livre para viver o amor dele.
Também cabe escrever aqui o bem que as visitas d'Ele me traz. Muitas vezes ele chega calmo, modesto, como um amigo comum, e sentado ali, gasta horas me ouvindo, dando conselhos, e me mostrando o quanto sou capaz de ser feliz assumindo a liberdade de amar.
Hoje eu só peço que continue aqui comigo, até mesmo quando por algum motivo eu me esquecer desta liberdade, eu peço que fique sentado aqui comigo.
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Aproveito a ocasião para dar um abraço para a galera da turma de Catecumenato que esteve em retiro este domingo, onde tive a opurtunidade de exercer o meu ministério da música e ser farinha que dá novo sabor as sopas da vida (II Reis 2).
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Aproveito a ocasião para dar um abraço para a galera da turma de Catecumenato que esteve em retiro este domingo, onde tive a opurtunidade de exercer o meu ministério da música e ser farinha que dá novo sabor as sopas da vida (II Reis 2).

